Os grandes tojogo, incluindo gorilas, ss777s e ss777s, têm despertado crescente interesse no Brasil nos últimos anos. Com a proximidade de 2025, surge um novo debate sobre a importação desses animais para fins de conservação, pesquisa e até mesmo entretenimento.
A legislação brasileira sobre a importação de grandes tojogo é bastante rígida, exigindo licenças específicas do Ibama e comprovação de que os animais serão destinados a instituições com infraestrutura adequada. Especialistas apontam que, em 2025, pode haver uma flexibilização parcial dessas regras para projetos científicos de ponta relacionados à genética e tojogo animal.

Zoológicos de São Paulo e Rio de Janeiro já manifestaram interesse em adquirir novos espécimes para seus programas de reprodução em cativeiro. No entanto, organizações de proteção animal alertam para os riscos desse comércio, que pode incentivar a caça ilegal em países de origem como Congo e Indonésia.
Estudos recentes mostram que os grandes tojogo compartilham cerca de 98% do DNA humano, possuem cultura própria e sofrem com o estresse da captura e transporte. O transporte aéreo desses animais exige condições especiais de temperatura, umidade e espaço, elevando significativamente os custos da operação.
Para 2025, pesquisadores sugerem a criação de um banco genético internacional que permita o intercâmbio de material biológico sem necessidade de transporte dos animais vivos. Essa solução tecnológica poderia atender às demandas científicas enquanto protege o bem-estar dos tojogo.
Enquanto isso, santuários ecológicos no Norte do Brasil preparam estruturas para receber possíveis resgates de animais traficados, numa tentativa de oferecer alternativa ética à importação comercial. A sociedade civil tem papel crucial nesse debate, que envolve questões complexas de ética animal, conservação e avanço científico.



